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Respiração Oral - O que fazer na prática?

Da identificação clínica à alta: aprenda um processo claro para avaliar, tratar e acompanhar o paciente respirador oral com segurança.

VOCÊ JÁ AVALIOU UM RESPIRADOR ORAL E FICOU EM DÚVIDA SE ESTAVA OLHANDO PARA OS SINAIS CERTOS?

A respiração oral não é "só um hábito". Ela está ligada ao crescimento craniofacial, ao sono, à audição, à postura, à mastigação e à aprendizagem e ainda assim, é um dos quadros mais subdiagnosticados e mal conduzidos na prática fonoaudiológica.



Se você atua (ou quer atuar) com Motricidade Orofacial, provavelmente já se perguntou:



  • Por onde eu começo a avaliação de um paciente respirador oral?

  • Esse caso é meu, é do dentista, é do médico — ou é de todos nós?

  • Qual protocolo eu uso: MBGR? AMIOFE? Os dois?

  • Vale a pena investir em fotobiomodulação, biofeedback, termografia? Ou é modismo?

  • Estou perdendo o momento certo de encaminhar esse paciente?

Sem segurança nesses pontos, o profissional pode até saber executar técnicas, mas continua com a dúvida se está tomando a decisão certa



Você sai com um raciocínio clínico estruturado para o paciente respirador oral, da avaliação à intervenção baseada em evidências

Este não é um curso sobre teoria isolada. É um curso sobre o que fazer na prática, com protocolos validados, casos clínicos comentados e critérios claros para decidir cada passo do tratamento.


Este curso foi desenhado para você, se:

  • Atua ou deseja atuar com Motricidade Orofacial

  •  Atende crianças, adolescentes ou adultos com respiração oral

  • Quer mais segurança para avaliar, intervir e encaminhar esses pacientes

  • Busca atualização baseada em evidências e aplicação clínica

Ao final, você será capaz de:

  • Reconhecer precocemente os sinais clínicos da respiração oral

  • Aplicar protocolos validados de avaliação (MBGR, AMIOFE) com segurança

  • Diferenciar o que é achado relevante do que é ruído clínico

  • Selecionar e cursos terapêuticos com base em evidência científica

  • Saber quando e para quem encaminhar, atuando de forma integrada com médicos, dentistas e fisioterapeutas

  •  Acompanhar e monitorar a evolução clínica do paciente ao longo do tratamento